quinta-feira, 8 de maio de 2008

Um Raio-X de Heroes, Parte 2




Continuando com nossa análise sobre Heroes, vamos agora falar da segunda temporada, ou do Volume 2 “Generations”.

Ao final do Volume 1, algo um tanto diferente aconteceu. Ao fechar o primeiro volume de histórias da série, somos apresentados ao início da segunda saga, que inicia com Hiro logo após ter sido lançado por Sylar. Para evitar o impacto do seu corpo contra uma parede, Hiro se tele-transporta para outro lugar. Ironicamente ele vai parar no Japão feudal do século XVII, época em que viveu seu herói de infância Takezo Kensei.



Esse pequeno começo de temporada, ou de volume, funcionou como um “gancho” para prender a atenção da audiência até a próxima temporada. É uma estratégia muito comum nas séries americanas, onde o interesse de manter altas audiências é muito grande. Disso depende a sobrevivência das séries. Hiro foi apenas uma amostra do que estava por vir, e não era o único mistério pendente. O que aconteceu com Nathan e Peter após a explosão? Matt e DL sobreviveriam a seus ferimentos? E quanto aos outros heroes?

Em setembro de 2007, após 4 meses passados desde o final da primeira temporada, o episódio “Four Months Later” (quatro meses depois), começa como se o tempo na série tivesse passado na mesma proporção que o nosso tempo cronológico. Um recurso bem interessante que nos dá uma sensação mais realista do tempo passado entre os eventos pós-bomba e o momento atual. É exatamente esse período não apresentado que irá gerar os grandes mistérios da temporada. O que também nos mostra que boa parte do que ocorreu nesse volume já foi planejado com precisão. E mais uma vez nem tudo ocorreu como se havia previsto.




Uma temporada e três histórias

Tim Kring anunciou que a segunda temporada seria dividida em 3 Volumes, e não apenas 1 como foi a anterior. Com os problemas que tiveram no passado e sabendo melhor agora o que viria pela frente, ele decidiu fazer arcos menores (que teriam menos episódios) o que ajudaria na hora de finalizar a história e amarrar todas as pontas do roteiro. Outro motivo para essa redução nos arcos, foi a facilitação de entrada de novos telespectadores. O objetivo era simplificar a série para que novos fãs não se sentissem perdidos no meio da história. Isso tudo foi pensando em vista do que aconteceu na temporada anterior, com sucessivas perdas na audiência. O mesmo ocorreu com outras séries como Lost, onde é praticamente impossível entender o que se acontece no meio de uma temporada sem ter assistido nada antes. Já a séries policiais e investigativas (como CSI, Bones e Without a Trace, por exemplo) se beneficiam por ter episódios independentes, que apesar de ter como pano de fundo uma história corrente, com continuidade, tem em cada episódio um caso diferente a ser solucionado, sendo facilmente acompanhado por quem nunca viu a série antes.

O primeiro Volume dessa nova temporada, seria o segundo da saga. Com o nome “Generations” ele pretendia explicar o passado de alguns heróis e vilões, e principalmente, explorar a fundação da Companhia. Logo após esse Volume, haveria um outro Volume, mais curto, com 6 episódios e por ultimo “Villains” que teria por volta de 7 episódios. Com a greve dos roteiristas eminente os planos foram mudados. Pra começar “Generations” teve um episódio a mais, esticando a história que teria 10 episódios. Sua seqüência se daria no Volume seguinte, chamado “Exodus”, que chegou a ser mencionado por um dos atores da série. E a saga dos vilões seria a ultima da temporada. Mas tudo mudou.



Quatro meses depois

O começo de temporada foi morno. Poucas respostas e mais mistérios. Encontramos Claire tentando se adaptar a uma nova escola, numa nova cidade. Aliás a família toda se mudou para despistar a Companhia, Bennet está trabalhando numa empresa de papéis (e agora para valer) enquanto secretamente tentava desmantelar a Companhia com a ajuda de Matt e Mohinder. Peter estava preso num contêiner estacionado num porto irlandês. E um dos maiores mistérios da temporada foi exatamente o motivo de Peter estar nessa situação. Nathan andava pela cidade como mendigo de rua, barba comprida, roupas esfarrapadas. Sua mãe ainda tentava controla-lo de alguma forma. Niki praticamente não aparece no começo, deixando Micah com a tia e a prima de DL. E Sylar vivo, no meio de um grande floresta. Em meio a isso tudo, novos personagens foram sendo apresentados, um dos fundadores da Companhia, chamado Bob, a prima de Micah, que tem o poder de copiar as ações de outras pessoas (além da tia dela e de outro primo), um grupo de líderes de torcida na escola de Claire e um futuro namorado. E paralelo a tudo isso, Hiro no passado conhecia Takezo Kensei (que era um inglês branco), a princesa japonesa Yaeko e o pai dela. Parece que a tentativa de trazer menos personagens não deu muito certo.




O perseguidor oculto

O principal mistério dessa saga talvez seja sobre o assassino dos fundadores da Companhia. Quem ele era e por que ele estava matando aquelas pessoas? A primeira vítima foi o pai de Hiro, e logo vieram outras. Todas estavam numa foto que mais tarde soubemos se tratar de fundadores da Companhia. E o assassino? Takezo Kensei, ou Adam Moroe, o mesmo que conhece Hiro ha mais de 400 anos. Para entender esse e outros eventos do Volume, colocar os fatos na ordem cronológica ajuda bastante.

Quando Hiro foi ao passado e conheceu Takezo, ficou surpreso ao descobrir que seu herói nem era japonês. Mas sua maior surpresa foi descobrir que o cara era um bêbado e covarde, que só lutava por dinheiro. Graças a Hiro Takezo descobre seu poder de regeneração e passa a enfrentar as lutas que Kensei teve, segundo constava em sua história. Hiro então decide ficar ao lado de Takezo e ajuda-lo a se tornar um herói, pois tinha medo que sua viagem ao passado poderia mudar drasticamente a história do Japão. Apesar de colocar Takezo no caminho certo, Hiro acaba se apaixonando pela princesa japonesa que deveria ficar com Takezo. Quando o samurai descobre a traição promete que irá destruir tudo o que Hiro ama.



Hiro volta ao tempo presente e descobre o que Takezo fez. Agora com o nome de Adam Moroe, ele que chegou a fazer parte da Companhia, quis espalhar um vírus pelo mundo a fim de acabar com a raça humana e assim “salvar o mundo”. Bob prende Adam, que fica 30 anos em posse da Companhia. É nesse momento que entra Peter.



Logo após a explosão Peter se recupera e consegue pegar Nathan antes que ele caia no chão. Peter o leva a um hospital e é abordado por Bob e sua filha Elle. Peter é levado a Companhia onde é convencido que seus poderes só podem fazer mal a ele e a quem ele ama. Depois do estrago que causou no irmão, Peter concorda em fazer o tratamento e passa a ficar preso numa cela ao lado de Adam, recebendo medicamentos que inibiriam seu poder. Ao perceber em Peter uma chance de fuga, Adam o convence a ajuda-lo num plano para salvar o mundo. Destruir um vírus que mataria toda a humanidade. Peter concordou e depois de algum tempo sem tomar seu medicamento libertou Adam e os dois fugiram, mas com um plano já traçado. Adam consegue fugir, mas Peter não. O Haitiano consegue prende-lo e para a proteção de Peter tira a memória do moço e o deixa preso num contêiner que embarcaria para a Irlanda. E esse é o mistério de Peter.





Destrua o vírus, salve o mundo!

A ameaça de um vírus mortal é o novo motivo para salvar o mundo. E isso começa a soar repetitivo para o público. Encontrar o assassino de heróis parecia mais interessante. Mas tudo acabou apontando para o mesmo alvo: Adam/Takezo. E Peter ficou no meio do caminho, não sabendo em quem ou no que acreditar. A ameaça do vírus se torna mais real quando Peter viaja a um futuro não muito distante e descobre que vírus já matou quase toda a população do mundo. Mas o que Peter não sabia é que foi ele próprio quem liberou o vírus. Solução? Vamos evitar os males do futuro e ao mesmo tempo salvar o mundo. Agora soou mais repetitivo ainda.



As tramas paralelas

A espinha dorsal do Volume 2 era uma reprise do Volume 1. Pra completar os erros desse volume, alguns personagens escalados acabaram não ganhando a simpatia do público. Um exemplo claro são os irmãos de Honduras. Um verdadeiro dramalhão ao melhor estilo mexicano. E que poder era aquele afinal? O que também não funcionou foi o enredo de Claire na sua nova escola. Os produtores lamentaram pela trama adolescente que tentaram introduzir. West e as líderes de torcida não convenceram. A cena em que West leva Claire a um passeio por Holywood talvez tenha sido um dos melhores momentos do casal. Na verdade o que parece ter faltado aqui foi uma boa história.



Quem também precisou de uma boa história foi a prima de Micah. A personagem Mônica agradou a boa parte dos fãs, mas seu personagem foi pouco explorado. Mais uma vítima do tumulto de personagens. E Mohinder pareceu perdido. No começo da temporada ele parecia seguro e com um objetivo focado. Com o passar dos episódios ele começou perder seu caminho e assim como Peter, ficou mudando de lados o tempo todo.

Outro lado chato da série foram os irlandeses que pegaram Peter. Mais uma vez arranjaram uma pretendente sem química para Milo Ventimiglia, assim como foi com a Simone na primeira temporada. O romance não convenceu e Caitlin acabou presa no futuro devastado pelo vírus. E já que o vírus foi destruído, onde ela foi parar? Seu irmão morre nas mãos de Elle, era um dos mais interessantes do grupo.


Quem também saiu da série foi DL. A principio pensamos que ele morreu no final da temporada passada. Mas na verdade Niki foi a responsável indireta pela sua morte. Quando finalmente DL consegue retomar a sua vida normal, e até mesmo se tornar um herói de verdade salvando vidas como bombeiro, ele é arrancado da série. Se isso foi bom ou ruim, ainda não sabemos. Se até Niki está ficando de fora da série, DL não duraria muito também.


Por outro lado, tivemos novos personagens que agradaram e tiveram uma participação digna de apreciação. Elle foi uma delas, que chegou no meio da temporada com uma boa história e uma boa interpretação de Kristen Bell, a eterna Veronica Mars. Os fãs pedem seu retorno, mas nada ainda foi confirmado.Quem também esteve bem e pode voltar é a garotinha Molly. Com seu poder de encontrar heróis ela teve grande importância na temporada, inclusive interagindo com Matt e Mohinder.


Matt também teve uma trama interessante. Seu pai que era tido por Molly como “um vilão pior que Sylar”, parecia inofensivo. Ele joga o próprio filho numa ilusão criada por ele, para matar ou ser morto por Nathan. Apesar de Sylar ter matado a mãe (sem intenção) não creio que ele seria mal a esse ponto. E isso significa muita coisa para o futuro do vilão.

Quem cresceu e apareceu também foi Angela Petrelli. A mãe de Peter e Nathan demostra ter um passado mais oculto e misterioso do que os Outros de Lost. A mulher fez jogo duro e deixou pouca coisa passar. Os produtores já avisaram que ela será um dos grandes vilões da próxima temporada. Pode apostar que Angela ainda tem muita coisa pra contar.




Sylar também agradou aos fãs, mas é claro, todos reclamaram que a participação dele foi menor do que esperavam. O que deve ter estragado a volta de Sylar foi seu encontro com os irmãos hondurenses. Mas nada que afete a popularidade do vilão mais amado da TV. Bennet também agradou e assim como Sylar está no grupo dos personagens mais populares. Até a esposa dele ganhou mais espaço nessa temporada. Infelizmente para Claire, envolvida nos dramas adolescentes que não agradaram, essa não foi uma das melhores temporadas. Esperamos que tragam uma trama melhor para ela no futuro.




Mais um final incompleto


Pouca ação e muita falação. Quando Hiro finalmente fica frente a frente com Adam chega Peter pra acabar com a festa. Será que os produtores se esquecem das reclamações da primeira temporada? Jamais teremos duelos entre os antagonistas? Um Peter sem-noção segue em direção ao vírus passando por cima de tudo e de todos. Quase luta com o próprio irmão, que mais uma vez salvou o dia. Mas quem realmente impediu que o vírus caísse em mãos erradas foi o Hiro. Ele ainda não tem coragem de matar ninguém, mas enterrou Adam vivo (o que pessoalmente acho bem pior). Peter consegue pegar o frasco a tempo e destruir o vírus. Tudo fica bem.


Para não dizer que o final foi tão morno assim, a equipe de produção se esforçou em criar cenas de impacto, e a destruição do vírus foi apenas uma parte do final. Mas sendo a trama principal da série, se espera um pouco mais. Talvez o desfecho do vírus tenha sido a melhor coisa desse final. As ressurreições foram exageradas. É tipo de recurso que se deve tomar cuidado ao usar, pois pode se tornar banal. Parece que toda morte que acontece na série poderia ser evitada ou revertida. O que contradiz com o que ficou bem claro na primeira temporada quando Hiro volta ao passado para salvar Charlie. Isso não é possível. E novamente Hiro tenta salvar alguém da morte, dessa vez de seu pai. Mas o próprio pai do Hiro diz para o filho não fazer isso, quando ele o procura num passado um pouco mais distante.



Quando Nathan é salvo pelo sangue de Adam, é até possível acreditar nisso. Na segunda vez, com o pai de Claire, que estava realmente morto, foi uma grande surpresa. Eu realmente pensei que iriam tirar o personagem de vez da série. Mas no momento em que Maya foi salva o elemento surpresa já não existia mais. E depois de ver Nathan sendo baleado e Niki explodir em mil pedaços, não dá mesmo pra saber se eles morreram ou não. Sempre haverá o sangue de Claire ou Adam para salva-los. E Peter, será que o sangue dele também não teria o mesmo efeito, já que ele tem o mesmo poder?



Como aconteceu antes, com o fim de uma saga, logo outra começa. É anunciado “Villains” apresentada por Sylar e o seu “I’m back”, em referência a volta dos seus poderes. Parece que teremos uma boa saga pela frente.




E Heroes Origins?

Uma das promessas para esse ano era a estréia de “Heroes: Origins” uma séria derivada de Heroes que iria ocupar os espaços deixados entre os volumes e assim não deixar a audiência cair. Seria uma série paralela aos acontecimentos de Heroes, mas situada no mesmo universo. Apresentaria a cada episódio um novo personagem com poderes, que teria o voto do público para uma possível entrada ou não na série principal. Os episódios seriam independentes, e cada um dirigido por um diretor diferente. Nomes importantes foram mencionados. Mas tudo ficou no papel.



O projeto chegou a ser anunciado pelos produtores na convenção Comic Con, em San Diego, Califórnia. Até Kevin Smith apareceu na convenção para falar, entre outras coisas, de sua participação no spin-off de Heroes, como um dos diretores. Quando o Volume 2 foi ao ar “Heroes: Origins” parecia certo, mas com o passar do tempo já não se falava mais da série. Recentemente Ben Silverman, um dos executivos do canal NBC, disse que “Origins” foi engavetada. Para Silverman, a série atrapalharia os planos da nova temporada de Heroes, ainda mais abalados com a greve. Mas o problema parece ser mais embaixo. O Volume 2 não fez o sucesso que se esperava. A produção estava muito empolgada, com mil projetos engatilhados e nem se deu conta que seu produto principal não ia muito bem. Com a queda na audiência a NBC mandou parar tudo. “Vamos nos focar no que é importante agora”. Certo? Esperamos que sim.



Minha opinião e comentários

Obviamente essa análise tem muito do meu ponto de vista da série, mas é claro que não deixei de mencionar a todo momento o que se tem dito sobre ela, seja pelos criadores, críticos e público. Toda a análise foi baseada, em primeiro lugar, em todos episódios devidamente assistidos e “re-assistidos”. Foi baseada também no que publiquei neste blog nesses quase 2 anos. Ou seja, é muita informação, mas que sempre vem de fontes confiáveis (como TV Guide, com Michael Ausiello, E! Online com Kristins dos Santos, entre outros) e ainda alguma informação da própria imprensa brasileira.

Sobre o “Volume 2” em geral eu daria uma nota 7. Se eu fosse comparar com a temporada passada e ainda considerar o grande potencial da série, daria nota 5. O que aconteceu é que nossas expectativas estavam lá em cima. Essa temporada teve muita coisa boa, mas teve algumas bolas foras que não dá pra engolir. Primeiro foi a sobrevivência de Nathan à explosão. Se ela tinha potência pra destruir metade da cidade, como ele saiu vivo, apenas com a pele queimada? A imagem da explosão é clara, Peter explode nos braços de Nathan, não teria como ele ter sobrevivido. E nenhuma explicação sobre isso foi dada.



Outro grande problema foram as ressurreições. Dá a impressão de que ninguém mais vai morrer. Tanto que isso gerou uma grande dúvida no público sobre as possíveis mortes de Niki e Nathan. Aliás, já é a segunda vez que Nathan fica entre a vida e a morte de uma temporada para outra. Pessoal, equipe, vamos renovar?

Queria responder também aos comentários, quem quiser ler os comentários na integra é só clicar em “comentários” na primeira parte do Raio-X, aqui.


Ao João Pedro,

Obrigada pelo comentário! Sobre o excesso de personagens João, eu acho que o problema maior não é ter muitos personagens, mas é lidar bem com todos eles. É difícil não deixar alguém mais esquecido, ou não dar a devida atenção a certos personagens que realmente merecem. Nessa temporada por exemplo, deram um bom enfoque ao Micah, fazendo o personagem crescer tentando lidar com o seu poder, o da mãe e até o da prima. Mas sem deixar de ser uma criança, é claro.
Também espero ansiosamente pelo Volume 3, ele promete!


Ao Raphael,

Obrigada pelo comentário Raphael! Como eu comentei nessa segunda parte as mortes não estão tendo a atenção que deveriam. E como você bem apontou, as “mortes” de Peter e Claire nunca foram bem explicadas, já que a Claire se quebrou várias vezes e apenas morreu, clinicamente falando, quando um galho entrou na cabeça dela. Algo semelhante aconteceu com Peter, quando Sylar jogou cacos de vidro nele e um pegou na nuca. Se o tiro que Claire daria seria fatal, porque das outras vezes não foram? Acho que esse é apenas mais um erro da série que devemos questionar, mas deixar de lado, se quisermos aproveitar o que há de bom nela.


À Bel,

Também acho que Heroes é uma das melhores séries que existe. Não posso dizer que é a melhor, porque isso é algo muito difícil de avaliar. Há muitas séries boas na TV. Não digo que a segunda temporada foi um fiasco total. Ela não foi muito bem na audiência, e não agradou aos fãs mais exigentes. Ela teve coisas boas sim, mas espero que a melhor delas ainda esteja por vir. Espero que os erros cometidos nela sirvam para elaborar temporadas cada vez melhores no futuro.
Obrigada pelo comentário, teremos mais artigos e análises sempre que possível.


Nossa análise “Um Raio-X de Heroes” acaba por aqui. Nosso próximo artigo pretendo avaliar o futuro da série, e ainda trazer nossas apostas sobre o volume 3 “Villains”.

4 comentários:

  1. João Pedro9:00 PM

    De nada, Amanda!
    É sempre bom comentar...

    Gostei muito desse raio-x também! Nem tenho muito o que falar pq tudo o que eu falaria já tá nele.

    Mal posso esperar pelo volume 3, e pelo raio-x sobre o futuro de Heroes =)

    Iii, falando nisso, hoje saiu um promo de Villains, já viu ?
    http://www.youtube.com/watch?v=kY_tcRRql2k

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  2. Oi Amanda!!
    Parabéns novamente pelo texto! Esse segundo raio-X também foi ótimo!
    Achei bacana vc responder aos comentários no post, cria uma interatividade ainda maior entre nós leitores e vc!
    Adorei a parte das notas: 7 se avaliando apenas o volume 2 e 5 comparando com o volume 1... acho que a maioria dos fãs pensa desse modo! Mas ainda assim, o vol.2 me deixou presa na fente da TV!
    Realmente uma pena engavetarem o Heroes Origins, seria muito legal poder votar em um novo personagem para entrar na trama... (mais personagens?!?! hahaha)
    Quanto ao Mohinder, ele estava perdido sim, mas isso fez com que eu me identificasse com ele, uma vez que eu tb não sabia mais quem era bandido ou mocinho em relação à Companhia! Acho que o indiano representou os expectadores: sem poderes, sem saber o que pensar sobre tantos mistérios e manipulações diante dele. De qual lado seria certo ficar?
    Torço para que o volume 3 corresponda às nossas expectativas!! E que a Caitlin fique presa no futuro e não volte mais! =)

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  3. Anônimo2:04 PM

    Adorei o " raio x "

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  4. Oi Amanda!

    Primeira vez q visito o site e não será a última com certeza.

    Adorei seu texto, melhor, uma ótima resenha! Pois contou com suas observações e críticas. Adorei!

    Meus Parabéns pelo blog ...

    Abraços,

    Leo.

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